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	Comentários sobre: A carapuça e a guerra psicológica	</title>
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	<description>cobertura exclusiva do SXSW no Zona Curva</description>
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		Por: Leo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2014 12:12:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho o texto muito bom e concordo em partes. É, sim, inegável que o Brasil tem progredido desde a posse de Lula, vemos isso pela redistribuição de renda, aumento do consumo, diminuição da pobreza, melhoras significativas (pero no mucho) na educação e saúde. Da mesma forma, é inegável também o protecionismo discursivo de certos conglomerados midiáticos que corriqueiramente atacam o governo e mantém uma grande quantidade de cabeças atrofiadas em discursos reacionários e conservadores. Mas há que se pensar que isso não é mera orquestração do poder midiático, como se houvesse uma aura classista onipotente e onipresente que detém todo o aparato e os meios de expressão, como se a população fosse mero receptáculo vazio ou tábula rasa. O que acontece é que paira sobre a grande maioria da população a ideia conservadora e preconceituosa de que cada um deve manter-se em seu devido lugar e que a ascensão de classe não é para todos. Isso por sua vez encontra partidários e porta-vozes, profissionais (ou nem tanto) que defende com unhas e dentes o ossinho que não querem largar. Da mesma forma que a Veja é totalmente  pró-PSDB há também sua contraparte legitimamente PTista, como é o caso da Caros Amigos. Assim, a mídia esquerdista tende a ser uma mídia PTista e não uma mídia necessariamente contra-hegemônica. Há então uma briga de foices (e martelo quiçá) entre os dois partidos mais expressivos do país. Dizer que aqui o Brasil é diferente do dualismo político como os demais países vizinhos é ilusório e deveras tendencioso. Se é um posicionamento crítico, não demagogo e não oportunista que queremos; então a balança não pode ser descalibrada nem para o PT nem para o PSDB. Há de se buscar justamente a dissolução dessa ideia arcaica de política partidária bipolar entre bons e maus. Há ainda, de surgir um modelo tipicamente brasileiro de politica, que não seja esse velho modelo burrocrata importado e abrasileirado. Acredito que é justamente pela problematização e desconstrução do modelo político-democrático que ostentamos ser possível a construção de um novo tipo de prática política adequada à nossa realidade tupiniquim. Algo próximo das experiências quem tem sido colocadas em prática no laboratório democrático sul-americano, vulgo Uruguay. 

Do contrário sempre ficaremos nessa luta de cegos e surdos (que infelizmente não são mudos). 

E acho muito adequado o comentário irônico acima que escancara o desgaste desse debate sem sentido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho o texto muito bom e concordo em partes. É, sim, inegável que o Brasil tem progredido desde a posse de Lula, vemos isso pela redistribuição de renda, aumento do consumo, diminuição da pobreza, melhoras significativas (pero no mucho) na educação e saúde. Da mesma forma, é inegável também o protecionismo discursivo de certos conglomerados midiáticos que corriqueiramente atacam o governo e mantém uma grande quantidade de cabeças atrofiadas em discursos reacionários e conservadores. Mas há que se pensar que isso não é mera orquestração do poder midiático, como se houvesse uma aura classista onipotente e onipresente que detém todo o aparato e os meios de expressão, como se a população fosse mero receptáculo vazio ou tábula rasa. O que acontece é que paira sobre a grande maioria da população a ideia conservadora e preconceituosa de que cada um deve manter-se em seu devido lugar e que a ascensão de classe não é para todos. Isso por sua vez encontra partidários e porta-vozes, profissionais (ou nem tanto) que defende com unhas e dentes o ossinho que não querem largar. Da mesma forma que a Veja é totalmente  pró-PSDB há também sua contraparte legitimamente PTista, como é o caso da Caros Amigos. Assim, a mídia esquerdista tende a ser uma mídia PTista e não uma mídia necessariamente contra-hegemônica. Há então uma briga de foices (e martelo quiçá) entre os dois partidos mais expressivos do país. Dizer que aqui o Brasil é diferente do dualismo político como os demais países vizinhos é ilusório e deveras tendencioso. Se é um posicionamento crítico, não demagogo e não oportunista que queremos; então a balança não pode ser descalibrada nem para o PT nem para o PSDB. Há de se buscar justamente a dissolução dessa ideia arcaica de política partidária bipolar entre bons e maus. Há ainda, de surgir um modelo tipicamente brasileiro de politica, que não seja esse velho modelo burrocrata importado e abrasileirado. Acredito que é justamente pela problematização e desconstrução do modelo político-democrático que ostentamos ser possível a construção de um novo tipo de prática política adequada à nossa realidade tupiniquim. Algo próximo das experiências quem tem sido colocadas em prática no laboratório democrático sul-americano, vulgo Uruguay. </p>
<p>Do contrário sempre ficaremos nessa luta de cegos e surdos (que infelizmente não são mudos). </p>
<p>E acho muito adequado o comentário irônico acima que escancara o desgaste desse debate sem sentido.</p>
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